É como se usássemos a potência máxima da nossa máquina, que é o nosso cérebro. Essa máquina, quanto mais utilizada, mais potente, mais criativa, mais eficaz, mais eficiente fica.
O neurocientista Stanislas Dehaene, em sua obra "Os neurônios da leitura", faz um importante estudo sobre o funcionamento do nosso cérebro durante a leitura. Como já conversamos…



